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Infraestrutura para toda Bahia


Terça-feira, 19 de maio de 2009

 

 

Várias obras que acompanhamos desde o início do chamado Programa de Corredores Rodoviários (PCR), cerca de 343,6 km em 11 trechos de sete rodovias – que estava paralisado por falta de contrapartida do governo anterior –, foram entregues à população baiana. Além das obras contempladas pelo PCR, foram feitas outras intervenções de restauração, totalizando 1.200 km de rodovias. As restaurações de agora contam com construção de terceira faixa, acostamento, canaletas, instalação de placas e olhos-de-gato, pintura de faixas, tudo pensando no bem estar do usuário. Para coibir excessos, que acabam gerando acidentes, foram adquiridos radares e bafômetros.

 

Nos últimos 20 meses, o governo estadual também trabalhou para melhorar a trafegabilidade nas rodovias que cortam o Estado, através da operação tapa-buracos, roçagem, limpeza de acostamento e melhorias nas sinalizações vertical e horizontal. Ao todo, foram 12 mil quilômetros da malha rodoviária estadual recuperados. As pontes, que vieram abaixo e deixaram comunidades inteiras isoladas estão sendo refeitas. Neste momento, duas estão concluídas e em sete as obras estão bem adiantadas.

 

As obras não param por aí. Outros 2 mil km dos principais corredores rodoviários vão ser totalmente restaurados através do Premar (Programa de Restauração e Manutenção de Rodovias) realizado em parceria com o Banco Mundial (Bird). Sua primeira etapa contempla 1.200 km, que se encontra em fase final de licitação para as obras.

 

A manutenção de rodovias, especialmente as não pavimentadas, que é problema crônico no Brasil, agora também tem solução na Bahia. A primeira atitude neste sentido foi a aquisição de 220 máquinas distribuídas pelas 20 Residências de Manutenção do Departamento Estadual de Infraestrutura (Derba). A partir daí, foi possível melhorar a trafegabilidade das rodovias.

 

Outra ação foi buscar parceria com os municípios através de convênio de cooperação técnica. Com isso, o Estado fornece as máquinas e os funcionários, e o município a matéria-prima e combustível, melhorando as estradas vicinais de toda a Bahia. (...)”

 

Fonte: Revista RODOVIAS & VIAS – ANO:IX setembro de 2008.